Notícia

Testemunho: “Quem eu me tornei, quando disse sim à Deus…”

Esta frase pertence a canção Neste lugar, de Maria do Rosário Sousa, missionária DMD

Foto: Arquivo pessoal de Cibele Morais

Paz e bem

A experiência de dizer sim a Deus é diária, feliz e exigente.

Conheci o carisma Doce Mãe de Deus por uma profecia de um missionário que disse: “Você tem a cara da Doce Mãe de Deus!”. Não sabia nem o que era, mas, em menos de um ano, eu estava em João Pessoa, na Casa Mãe da Comunidade, para morar e descobrir este tesouro. E, desde então, comecei a aventura arriscada de ser Doce Mãe de Deus. Aventura arriscada porque é sempre viver o hoje da vontade de Deus, deixando todos os dias um pouco mais de mim, sem saber aonde Deus me levará e apenas tendo a certeza que é Ele quem me conduz.

Definitivamente, não sou a mesma, após ter dito sim a Deus, por meio deste santo Carisma. Não sou a mesma hoje, e não serei a mesma amanhã. Mas, o que realmente mudou? A graça santificante deste dom me devolve a mim mesma, me fazendo enxergar quem realmente sou diante de mim, dos homens e do próprio Deus. Minha personalidade forte, meu jeito de falar, meu modo de agir, de me relacionar e de ver as pessoas, tudo aos poucos entra na fôrma do Carisma, que nada mais é, que a forma evangélica de Nosso Senhor Jesus Cristo. As podas sempre doem, mas elas me fazem crescer melhor e ser mais feliz.

Como somos necessitados de números concretos, pode surgir à pergunta: quando você se converteu? Quando ou como descobriu que é Doce Mãe de Deus? E eu respondo: HOJE! Todos os dias faço a experiência de ser Doce Mãe de Deus e de ser consagrada a Deus. E eu só tenho hoje para amar e servir a Deus neste Carisma.

Sou grata a Deus pelo chamado a ser missionária, por isso exijo de mim mesma a constante evangelização. Desejo que todo o mundo conheça o Amor que conheci. Não posso perder tempo. Tudo deve ser propício para falar de Deus, mesmo que eu não diga o Seu nome, mas minha vida precisa falar, ser testemunha.

Não sou santa. Falho muitas vezes. Digo que traio Deus, meus irmãos e a mim mesma, mas estou lutando para ser o que Deus quer. Tenho a ajuda dos santos do céu e também dos santos dessa terra, e alguns tomam café comigo todos os dias. Meus irmãos são o melhor que há em mim, mesmo que eles não sejam a “beleza” que eu gostaria. Eles me santificam e me ajudam a caminhar, porque nós rezamos sempre juntos e no louvor tudo se refaz. A vida fraterna é como um bálsamo em dias difíceis, que unida à vida de oração torna o recomeço sempre possível.

Por fim, digo que sou feliz e satisfeita por ter escolhido sair de Goiás há mais de 6 anos para ser missionária Doce Mãe de Deus. Esse Carisma é santo! Composto por pecadores, vasos de argila nas mãos do Grande Oleiro, que desejam serem cúmplices apenas do que é vontade de Deus.

Desejo que todos encontrem o seu lugar e nele tenham a coragem de dar sempre tudo pelo TUDO. Os desafios são muitos, mas com grandeza de alma posso dizer que sou feliz, sou de Deus, sou Doce Mãe de Deus!

Abraço fraterno!

Cibele Alves de Morais.
Missionária na comunidade de vida Doce Mãe de Deus